ATIVIDADES


FEIRINHA BIOLÓGICA


A professora Joana Costa organizou, com a ajuda das suas alunas do 11ºB, uma iniciativa muito interessante, no âmbito do Programa Eco-escolas. Reuniram vários produtos que obedecem aos critérios inerentes às boas práticas ambientais e realizaram uma Feirinha  Biológica.

Antes da montagem da feirinha prepararam os produtos e a bancada


 E esperaram ansiosamente pelos primeiros bio consumidores


 Os visitantes não tardaram a chegar...
 Todas as suas dúvidas acerca de produtos biológicos foram esclarecidas

 E, no fim, os visitantes ganharam um prémio por demonstrarem que aprenderam a importância de consumir produtos biológicos!...




RECOLHA DE RESÍDUOS


Hoje tivemos um dia diferente: fomos para a zona da Praia do Farol e recolhemos os resíduos que as pessoas insistem em deixar abandonados nas dunas e na praia!


Com os resíduos que recolhemos construímos, na areia, uma mensagem de alerta para tentar mudar o comportamento das pessoas que insistem em abandonar resíduos de todos os tipos. 




 A mensagem 3R na areia significa que devemos reduzirreutilizar e reciclar os resíduos que produzimos.Não devemos deixá-los abandonados em espaços lindos como as dunas e as praias!...

No final, dividimos os resíduos, de acordo com a sua categoria, pelos contentores do ecoponto.



Obrigada à Professora Isabel Tavares e à sua turma (8ºC) pelo dia tão bem passado!

Agradecemos também à professora Sandra Soares pelo acompanhamento e a ajuda que nos deu na organização desta atividade.





MÓVEIS RECICLADOS

Os alunos do 7º ano, orientados pela professora Maria de Fátima Vaz, fizeram trabalhos fantásticos de transformação de resíduos em móveis e peças decorativas!...

Alguns livros inutilizados...

Transformaram-se num candeeiro!


Com pneus e uma almofada,

Construíram um confortável banco...

A partir de rolos de cartão,


Foi criada uma original poltrona.

Com mais alguns rolos de cartão,

Construiu-se este original candeeiro.



PAPELÕES NAS SALAS DE AULA

Já começaram a ser distribuídos, pelas salas de aula, os papelões que os alunos construíram a partir de caixas revestidas a folhas de papel inutilizadas. Assim, já podemos fazer a recolha seletiva do resíduo que mais se produz em ambiente de sala de aula: papel!...






ECOPONTO E MURAL

Desde o início do 2º período que alguns alunos das turmas do 9ºano têm andado a trabalhar num projeto que visa estimular a prática da separação de resíduos na nossa escola.

 Assim, revitalizaram o ecoponto que existia no pátio virado para o rio, pintando os contentores e  protegendo os sacos com redes coloridas.

 Para tornarem a mensagem mais apelativa desenharam também um mural que transformou este ecoponto num local que incentiva claramente as boas práticas ambientais.




CONSTRUÇÃO DE UM COMPOSTOR

Já iniciámos a nossa produção de composto utilizando restos de matéria orgânica obtida a partir dos alimentos usados na confeção das refeições da nossa cantina e a partir da limpeza dos espaços jardinados (relva,restos de plantas,troncos).

Instalámos a  caixa de compostagem num local nivelado, fora do alcance da luz solar direta e com uma fonte de água próxima.

Construímos a caixa de compostagem com paletes de madeira que fixámos na terra com estacas do mesmo material.
 Em seguida, unimos a paletes.


Ao construir a "caixa" de compostagem deve deixar-se bastante espaço aberto para que o ar alcance a pilha de composto.



Um lado da "caixa" removível facilita o manuseamento da pilha de composto com uma pá.


MANUTENÇÃO DO COMPOSTOR

Na prática, a maior parte dos resíduos orgânicos produzidos numa cozinha e numa horta podem ser compostados, dividindo-se normalmente os materiais em dois tipos: materiais com maior teor de azoto (materiais N) e materiais com maior teor de carbono (materiais C).

Os materiais N, tipicamente os restos produzidos na cozinha, são, por exemplo, as cascas e restos de batata e frutas, os legumes e hortaliça, as borras e filtros usados de café, as folhas e sacos de chá, o pão.

Os materiais C são sobretudo os produzidos nas limpezas do jardim, nomeadamente, aparas de relva e erva, folhas secas, ramos pequenos provenientes de podas ou limpezas do jardim, cabendo também nesta classificação feno e palha, aparas de madeira e serradura e pequenas quantidades de cinzas de madeira.

Não se deve juntar nunca ao material a compostar a carne, peixe e ossos, pois podem atrair animais indesejáveis; os excrementos, pois podem conter microorganismos patogénicos passíveis de sobreviver ao processo de compostagem e resíduos de jardim com pesticidas, plantas com doenças e ervas daninhas com sementes.

A pilha que vai construir deverá ter a maior diversidade possível de resíduos, numa proporção semelhante de materiais C e materiais N.

Deverão ser feitas camadas alternadas de um e de outro tipo de material. É importante notar que além de materiais N e C, há materiais mais grossos e mais finos, mais secos e mais húmidos, devendo todos estes componentes estar presentes na pilha.

Comece a pilha com uma camada de ramos partidos para facilitar o arejamento.


Depois faça uma camada com 5 a 10 cm com materiais C, depois uma de igual espessura de materiais N e assim sucessivamente.

A pilha deve ser virada de 15 em 15 dias, para que, dependendo das condições climáticas, o composto fique pronto em 3 ou 4 meses. Se virar a pilha raramente, o composto fica pronto num período de 6 meses a um ano.

Quando se vira a pilha deve-se ter o cuidado de inverter as camadas (a inferior passa para cima e vice-versa). A pilha não deve estar exposta a ventos frios, demasiada chuva ou demasiado calor.

O cheiro a amónia, tem normalmente origem em excesso de materiais N. Deve neste caso adicionar materiais C.

O composto é geralmente aplicado uma vez por ano, na Primavera ou no Outono. Deve ser espalhado por cima da terra ou colocado numa camada com 2 ou 3 cm, misturado com aquela, mas nunca deve ser enterrado.




AS 5 REGRAS DE OURO DA COMPOSTAGEM

PREPARAR O FUNDO: Boa drenagem
No início do processo é importante que haja fornecimento de ar à mistura. Para garantir a presença de oxigénio, basta colocar uma camada de ramos ou galhos no fundo do compostor de modo a não permitir a compactação dos resíduos e a permitir a circulação de ar de baixo para cima.

EsCOLHA DO LOCAL: Sombra no verão e sol no inverno.

 Se colocarmos o compostor debaixo de uma árvore de folha caduca, teremos sombra no verão e sol no inverno, é a situação ideal.

MISTURA DE MATERIAIS: Verdes e castanhos
É importante misturar diferentes resíduos de forma o obter uma relação carbono/azoto adequada.

AREJAMENTO: Revirar quando compactado
A compostagem é um processo aeróbio e por isso a manutenção de níveis adequados de oxigénio no interior dos materiais a compostar é uma condição essencial para o sucesso do processo. 

HUMIDADE: Regar se necessário
 Uma maneira fácil de medir a humidade é fazer o teste da esponja, espremendo um bocado de composto com a mão. Se caírem apenas algumas gotas, como uma esponja acabada de espremer, tem a humidade certa. Se estiver muito seco junte água e se estiver muito húmido junte papel, palha, cartão ou folhas secas.




A iniciativa Mensagens que fazem eco! tem como objetivo recordar a todos os elementos da nossa comunidade escolar que devem separar adequadamente os resíduos produzidos na escola.Circulará entre os alunos uma garrafa que conterá as várias  mensagens que os alunos trocarão entre si. Essas mensagens devem veicular ideias que fomentem a separação de resíduos.

 Já instalamos ecopontos nas salas de professores...

 Também a Sala de Convívio tem locais adequados para a deposição correta dos diferentes resíduos.

E estamos a preparar um ecoponto no pátio exterior.



ÁRVORE DE NATAL ECOLÓGICA


Foi com a ajuda dos alunos do 9ªA, 9ºC e 9ºD que construímos árvores de Natal com cápsulas de café trazidas por vários elementos da comunidade escolar.O trabalho foi meticuloso e exigiu alguma perseverança..


No passado dia 13 de dezembro o Conselho Eco-escolas organizou uma pequena cerimónia para comemorar a atribuição do Galardão Eco-escola (http://www.abae.pt/programa/EE/galardao/2011/index.php?p=galardoadas). O Colégio de Nossa Senhora da Graça foi destacado com este galardão e recebeu a Bandeira Verde da ABAE a atestar a sua dedicação às causas ambientais e promotoras do desenvolvimento sustentável.

Na cerimónia estiveram presentes a Senhora Diretora, os delegados e sub-delegados de todas as turmas do colégio e os membros do Conselho Eco-escolas  representantes  dos pais, do pessoal não docente, dos alunos e da Associação de Estudantes.
Todos assistiram a um filme que compila as atividades promovidas pelo Conselho Eco-escolas do ano letivo transato.Em seguida foram apresentadas algumas iniciativas previstas  para o presente ano letivo.


Procedemos depois ao sorteio do Cabaz Ecológico que organizámos.
O Cabaz Ecológico foi organizado de forma a conter produtos promotores de atividades realizadas em contacto com a Natureza e produzidos na região (para causar  menor impacto ambiental).

CABAZ ECOLÓGICO
Aula de surf (Sudaventura)
Batismo de mergulho (Ecoalga)
Circuito Zpa (ZMAR)
Carteira em cortiça
Bolinhos de batata doce
Mel
1 garrafa de vinho tinto
Fruta portuguesa da época
(uvas, dióspiros, romãs, castanhas)
1 queijo
1 caixa de bombons de figo
Azeite
Compotas (Hortejo)
Produtos Vitacress (gama biológica)
1 oliveira ( 30 cm)

Agradecemos às empresas da região que, gentilmente, contribuíram para o nosso Cabaz Ecológico: Vitacress, Ecoalga, Sudaventura, Hortejo, Zmar,1000super e Pão,Café &Companhia.


Finalmente, hasteámos a Bandeira Ecoescola 2011-2012, atribuída pela ABAE.


O dia 23 de novembro foi estabelecido como O Dia da Floresta Autóctone para promover a importância da conservação das florestas naturais, apresentando-se simultaneamente como o dia mais adaptado às condições climatéricas de Portugal para se proceder à sementeira ou plantação de árvores, alternativo ao Dia Mundial da Floresta, 21 de Março, que foi criado inicialmente para os países do Norte da Europa.Neste dia, os alunos das turmas do Infantário e do 2º Ciclo plantaram e apadrinharam algumas das espécies arbóreas, arbustivas e herbáceas típicas da mata original do nosso país.

Plantação do sobreiro (Quercus suber)

 Preparação da murta (Myrtus communis)

 Apadrinhamento do azevinho (Ilex aquifoliuim)

Plantação do medronheiro (Arbutus unedo)

Cada turma recebeu um certificado de apadrinhamento.

LISTA DAS ESPÉCIES AUTÓCTONES PLANTADAS

Alecrim (Rosmarinus officinalis)

Alfazema (Lavandula angustifolia)

Azevinho (Ilex aquifolium)

Aroeira (Pistacia lentiscus)

Gilbardeira (Ruscus aculeatus)

Medronheiro (Arbutus unedo)

Murta (Myrtus communis)

Oregãos (Origanum vulgare)

Perpétua das areias (Helichrysum angustifolium)

Rosmaninho (Rosmarinus officinalis)

Sobreiro (Quercus suber)

Tomilho (Tymus spp.)

Urze (Erica spp.)


COMEMORAÇÃO DO HALLOWEEN

Para comemorar o Dia das Bruxas fomos à Sala do Mar e à Sala do Sol do Infantário, com o objetivo de desmistificar algumas das ideias erradas que estão associadas à existência de morcegos.
Achámos importante dar a conhecer aos alunos do Infantário o que são e como vivem estes animais.

 Falámos das espécies que existem em Portugal e na nossa região, de como se alimentam os morcegos, onde vivem e de qual a sua importância para o Homem.
 Os pequenos alunos ficaram também a saber o que fazer se encontrarem um morcego em casa. 

 Finalmente, esclarecemos que os morcegos não são amigos das bruxas...